quarta-feira, janeiro 31, 2007

Preciso de um chá para curar esta ressaca braba... de quem amou demais e hoje tem que viver sem o seu amor....
Aceito esmolas de amor. Sei que és tão só quanto todos nós. Sempre algo entre nós, sempre mil desculpas para deixar o amor para depois, deixar a decisão para depois, e o depois cada vez mais magoado, mais recentido, mais querendo descanso.
nunca mais vou amar de novo...
alguém tem aspirina?
O ogulho emburrece... Como diz o filósofo, so sei que nada sei e espero não errar muito, não cansar muito, tomar as decisoes corretas e como disse-me alguem que amo, sair da ilusão dentro da ilusão
E lembrando de outra amiga. Desta vez que conheço apenas do que escreve. Eu espero bem mais do que vem nos milagres.
Amém

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Tudo bem, pode continuar me matando mas, vc precisa mesmo ser tão cruel?

sábado, janeiro 20, 2007

E se eu te disser me inaugura, me inicia, me estréia nova e viva, me desvirgina pra vida, me traz de volta à tona, tu me trarias? Se eu te pedisse para me fazer tua, para seres meu, se eu te implorasse a minha entrega inexorável a bem de ti mesmo, tu te sentirias à altura dos meus cimos, dos meus cumes, te arriscarias entre os meus despenhadeiros, nas corredeiras dos meus rios, nas profundezas dos meus oceanos? Tu serias grande o suficiente para me acolher nos braços, fazer de mim tua fêmea, cobrir os meus cios, matar minha fome, me fazer bastar? Sim, há o que temer. Mas há o que gozar, o que parir, o que andar, o que sonhar, o que sofrer, o que amar, o que viver. Se eu te pedisse permissão para te amar, tu me darias?

se pudesse, faria minha estas palavras.
...
nesse antro de orgias
minha antropofagia
só vc que sacia.
Nessa selva selvagem
só vc me sacia
só vc me dá fome
e essa fome consome
minha vida vazia
nessa farsa sem nome.
comer me alivia!
...
se vc tem medo do fogo,
saia já de perto de mim!
eu sou uma brasa mora,
moro nessa casa agora,
chama dentro,
fogueira fora,
se não tá afim
então vá embora!

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Chega. Deu. Eu desisto. Não brinco mais. Acabou. Era isso. Enchi o saco. Torrei a minha paciência. That's all folks. Não quero mais saber. Recolhi as antenas, baixei o periscópio, desliguei o radar. Não procuro mais, não dou mais mole, não poupo o trabalho. Vai querer? Vire-se ou desvire-se, conforme o caso. Não se trata de nenhum tipo de voto de castidade, mas de cansaço puro e simples. Cansei a minha beleza. Há vagas, mas o departamento de recrutamento e seleção foi desativado por tempo indeterminado. Os interessados devem mandar currículo em três vias com foto, acompanhado de carta de intenções de próprio punho e de recomendações, ficha corrida, atestado de bons antecedentes e ligar um dia sim outro não para ver se já tem alguma resposta. Não fechei para balanço, mas não faço propaganda. Aquela coisa de mala direta, panfleto na rua, comercial em horário nobre, marchandising na novela das oito, encarte em revista, página inteira em jornal - tô fora. Agora vou ser cool, tipo obra rara que tem que ser garimpada em sebos, edição de 1.000 exemplares, para colecionadores, lançada há vinte e dois anos. Não facilito: sorrisinhos, charme, insinuações, entradas, bola picando? Forget it. Vai ter que fazer promessa para Santo Expedito, Santo Antônio e Nossa Senhora Desatadora de Nós.
Vai ter que rebolar meu nêgo, que agora o furo é mais embaixo, o arroz é mais soltinho e a rapa é na tampa.

Tá a fim? Muito bem, me convença por que você é, afinal de contas, o homem da minha vida.
E anda logo que eu estou com pressa.
Não viverei entre cacos de vidro, entre navalhas, entre pontas de lança envenenadas de culpa. O que me pertence nasce e morre comigo, foi inventado em meus olhos e dorme sob mechas dos meus cabelos, se nutre do meu ventre. Não viverei entre víboras, entre escorpiões, entre ratos de lembrança. Não viverei aqui, à míngua, não tenho âncora, tenho asa. Não viverei entre lixo, entre restos, entre escombros do teu passado. O que sinto é profundo mas não traz em si a covardia de uma raiz fincada, sou móvel, líquida, fluida e instável, porque viva. Não viverei entre galhos, entre espinhos, entre as folhas mortas do que descartaste. Não tenho freios, tenho partidas. Não tenho sossego, tenho ardor. Não viverei entre areia, entre pedras, entre abismos de promessas que se foram. Meus trilhos se trifurcam, quadrifurcam... e eu sigo por todos eles. Não viverei entre miséria, água pouca, migalhas de desejo. Minha mesa é farta e eu mesma me darei de comer.


Por Patrícia Antoniete.
Nada mais é coerente, se virado de trás pra frente, tanto fez como tanto faz...

quinta-feira, janeiro 11, 2007

São sete da noite, eu passei o dia inteiro tentando encontrar o meu pai que resolveu sumir, tô suada, cansada, com fome, queria usar um banheiro decente e quiçá tomar um banho... Ainda estou no centro da cidade, sem hora pra voltar pra casa, esperando sei lá o que.
Se estou de bom humor? Sim, do contrário já teria mandado todo mundo ir pro inferno, inclusive o bicudo que zerou a ultima possibilidade de eu terminar o dia feliz.
sorry, sem mais por hj. já deu.

domingo, janeiro 07, 2007

até lá...

De tudo o que já fiz de errado nessa vida, nada me pesa mais do que a dor de não ter te desejado desde sempre... Te amo mais do que a mim mesma... morreria por ti e morro um pedacinho a cada lágrima tua.
Sinto não ter te dado tudo o que precisa e pela péssima escolha da tua árvore genealógica...
Eu queria ser gigante pra ti... Que olhasse pra mim com uns olhos de admiração...
Mas eu faço tudo errado sempre...
Sei que me amas ainda assim, mas juro que um dia terás orgulho de mim.

terça-feira, janeiro 02, 2007

"... E sim meu amor, eu nasci pra ser tua e tu, pra ser meu."
E um feliz ano novo pra quem quer que seja que leia essa budega...
O meu foi uma maravilha... tudo certinho, nada como eu esperava... PERFEITO!
Familia, roupa nova, amigos, comida, bebida, cooperação, tia velha (personagem indispensável em reuniões como esta). Todos felizes, todos bem... E pra fechar com chave de ouro, acordei ao lado do homem que eu amo... não desejei nada além, nem poderia. É o necessário pra me fazer feliz...
Nada de promessas para o novo ano.
A unica coisa que não cooperou foram os fogos de artifício que não vi. Ou não teve ou eu estava ocupada demais nessa hora...
E, nossa como eu amo aquelas chuvas brilhantes dos fogos!!!
Cores, formas... tudo me fascina neles.
Fico feito criança olhando... Se se pudesse dar aquele momento de presente a alguém, eu diria ao papai noel que quero ganhar fogos de artificio no próximo Natal...