sexta-feira, outubro 24, 2008

para pagamentos que barato

quinta-feira, outubro 09, 2008

A veces

A veces, cuando estoy triste me meto en tu jersey,
y en la terraza pongo el mundo del revés,
sacando tu ausencia a relucir.
Y mientras, el frío va calando en mi nariz,
me gusta fumar pensando en tí,
y en tu silueta dando vueltas en mi colchón.
Y es que a veces, cuando tus manos se aferraban a mi espalda,
y despacito susurrabas que me amabas,
dueño del mundo me sentía yo.
Y es que a veces, cuando en mi pecho encontrabas los latidos,
y eras capaz de predecir cada suspiro...
Me empeño en recordar lo que pasó,
amantes sin futuro ni estación,
almas gemelas con distinto corazón.
Y acepto que yo salí peor parado,
pero por nada habría cambiado
que mi tiempo se parara en tu reloj.

terça-feira, julho 08, 2008

uma bebida e um amor, sem gelo por favor!

Volto ao começo do mundo, onde a vida ainda gesta, onde o escuro permeia todos os instantes do dia, para poder te ver antes de existires dentro dos meus olhos, para poder te saber antes que eu só saiba de mim depois da tua chegada, antes de me dares um nome, um corpo nascido das tuas mãos, antes que eu viva impregnada disso tudo de nós. Volto, volto ao que não era, ao que foi porvir, e reivindico ao tempo eu feita de mim mesma. Tomo-me louca e santa, cega e oca, tomo-me de volta, ressuscitada e re-nata para ser uma de mim que não te conhece, uma de mim onde teus pés não pisaram, uma de mim que não conheceu tua língua molusca de prata, que não sabe da cor dos teus cílios cheios de noite, da dor da tua casa incendiada, do teu peito emborcado, da solidão que anda por tua pele. Volto e me elejo nova, outra, livre de tudo que é teu, para finalmente deitar-me de novo a teu lado, alva e leve, e esperar que me invadas todas as frestas.

quarta-feira, junho 11, 2008

mudança

Mudança. esta é a palavra. Mudança total.
Ainda estou descobrindo meu novo lar. As pessoas e os costumes tao diferentes.
Vivo em um povoado chamado Alcudia. É bonito mas ainda muito provinciano. Pessoas muito catolicas e em sua maioria de idade avançada. Ainda me olham torto mas ja me dao bom dia e alguns sorriem quando me veem passar.
Estou caminhando todas as manhas. Há um caminho muito bonito que leva a um outro povoado que está ha cerca de 3 kilometros.
Etou descobrindo um mundo novo.
Um pouco mais adiante deste povoado há outro chamado Cullera. creio que este nome seja por causa das praias lindas que há ali.
é verao. bom, inicio ainda de verao, mas ja se pode ver que bonito é. nos finais de semana praia, sol e muita ropa. é, estranho mas aqui quase n se usa ropa de banho. rs
anoite la Tropicana. uma casa noturna badaladérrima que bomba nas noites de sabado.
No mais é casinha, cozinha, caminha, e uma tv enorme de 52 polgadas!!!!
estou começando a descobrir que ainda posso ser muito feliz.

segunda-feira, março 17, 2008

sen nome

eu não quero mais te ver
não quero mais viver
cansei de te esperar
pra ver no que vai dar
se vou morrer de te amar

Eu não quero mais sofrer
não quero mais chorar
calar o que eu não fiz
pra não te magoar
(eu não, eu não)

Agora é minha vez
Sou eu quem digo o "sim"
Não quero o teu perdão
Voce não é pra mim
(né não, né não)

Já basta o que passou
e agora é o que restou
Dê cá meu coração
e leva esse meu "não"
até o fim.

terça-feira, março 11, 2008

Duvidez

você, se pede prá esquecer
já tem no coração um nó amarrado
por quê brincar de escondersoltar da minha mão
assim tão sem cuidado?o amor é desumano
duvidando sem saber
crescendo na ausênciana urgência de querer
a voz
o tom de última vez
me trai, me divide
duvidez,
duvidez 10 vezes nunca mais
você, se pede prá me ver
parece compaixão
parece pena, perdão
por que, que flores não te dei
que mal eu não te fiz
prá merecer culpa?
adeus, um beijo prá você
a gente se vê, se der
(Lula Queiroga & cia)

pois é...

Pois é..tenho vontades ainda de escrever por aqui. Mas em tempos bicudos, o melhor mesmo é ficar quietinha até os pensamentos tomarem seus lugares.

fica o dito e redito por não dito, é difícil dizer que foi bonito, é inútil cantar o que perdi.. e aí nosso mais-que-perfeito está desfeito e o que me parecia tão direito caiu desse jeito sem perdão... (Chico Buarque, lógico)
E então há um lugar para onde vão os sonhos que a gente desacredita, onde moram os anéis que perdemos, os brincos descasados, o pé de meia preferido, o batom engolido pela bolsa. Há um lugar, um sumidouro, para onde são tragados os sorrisos que não voltam, o cheiro do cabelo, um colarinho manchado, o perfume na manga do vestido, teu nome no bilhete, um gosto de vinho grudado na língua. Ficam lá, suspensos numa órbita improvável e inacessível, ao som de três ou quatro frases para sempre repetidas que a gente procura esquecer. E um dia esquece.

quinta-feira, fevereiro 21, 2008

Nunca houve um passado, beibe, nem que quando eu jurava que o que eu estava vivendo era real. Nada. Alicercei essa história maluca no nada, e no nada ela se apoiou enquanto foi possível.
Hoje eu mal me lembro das suas belas mãos, do seu nariz (ah, o seu nariz), da sua gargalhada, quando você fechava (fecha ainda?) os olhos, jogava a cabeça para trás e me fazia estremecer.
Eu queria fazer você rir, eu queria fazer você sonhar, eu queria. Eu quero.
Mas daí, abençoada por essa nominável necessidade de sobreviver, calço meus tênis verdes, compro ração para os peixes, pago a conta da tevê a cabo e quase me esqueço do que quero, do que quis. E desse passado todo, que nunca existiu e que ocupa tanto espaço no meu carro.

Jantei bolachinhas barulhentas barradas de requeijão e tédio, lendo suas palavras, as reais e as imaginárias.
Não doeu, mas, sei lá, tem tanta coisa que não dói e mesmo assim mata, né não?

Piso em falso no chão que ora firma, ora deliqüesce, tento existir em verbo futuro, inverto o peso do corpo, suspendo a alma no muro, bato as asas que não tenho para fazer da rastejância de musgo um revoar leve de plumas sobre teus ombros. Pedras, lascas, seixos e prendo no peito uma ânsia de colo quase em mar de olhos. É preciso quase te perder, eu sei, é preciso que quase me percas: o terror amargo do sonho inventado, do caminho refeito de pés descalços precisam voltar e pousar em nós e nós precisamos achar a boca e as mãos um do outro. Estendo a língua em silêncio e espero que a hóstia venha, ferrão ou pétala

ciclo

As coisas não se despedem de mim, ou eu as impediria de irem embora. Se as coisas se vão, é porque se evadem mansas e silentes, sem que eu as perceba. Gastam-se, aniquilam-se e desaparecem, escapam pelas frestas dos dedos e viram essa estranha poeira que vaga pela vida, transformando as cores, misturando-se à neblina dos dias, reconfigurando as margens. É quando o que existe dentro vira mundo novamente

quinta-feira, janeiro 24, 2008

E sem guarda-chuva...

http://www.youtube.com/watch?v=Yc0UegKAxAM&feature=related

Cadê meu guarda-chuva?!!!!!


Amanheceu chovendo hj denovo... e eu não encontro o guada-chuva... eu já comprei dois só neste inverno... eles desaparecem... não sei o que há...
Fiquei um tempão procurando e minha mãe disse que era pra eu fazer promessa pra são longuinho pra achar o que eu tava procurando... -o que é mesmo que vc está procurando?- O guarda-chuva mãe!, vc viu? ... -Esquece! guarda chuva nem com promessa pra São Longuinho!!!!-
o q acontece com os guarda-chuvas q perdemos???
todos na vida ja perdemos pelo menos um guarda-chuva, e no entanto não conheço ninguém que tenha achado um guarda-chuva alguma vez na vida... (é eu fiz esta pesquisa)
Pensei em algumas hipóteses... aí vai algumas delas.

A- Eles abrem portas para uma nova dimensão.

B- O guarda-chuvas tbm são objetos alienígenas (assim como as BIC's)...

C- Eles são roubados por doendes q moram com a gente mas não podemos ver. Esses doendes costumam se materializar na forma de Argentinos e Bolivianos e ficar nos semáforos de todas as cidades do Brasil fazendo malabarismo e tocando aquelas flautinhas engraçadas.

D- Vão para o mundo atrás do espelho junto com os pés de meia que predemos e com os duendes..

E- Pode ser também uma conspiração dos ambulantes vendedores de guarda-chuvas que mandam os duendes roubarem e em troca eles ganham 10 mangos ou um saquinho de alfafa...

F-Um Leprechau... sim um duende irlandês que passa a eternidade roubando guarda-chuvas e se locomovendo por todo o mundo na mesma velocidade de um pensamento e quando menos esperamos os guarda-chuvas se foram para todo o sempre. Se ele os leva para a terra dos guarda-chuvas ninguém nunca descobriu.

G-anões de outra dimensão pegam os guarda-chuvas que perdemos e fazem clips de papel e depois eles jogam os clips na nossa dimensão....quem nunca achou um clip em algum lugar???

H- Eles vão pra terra do nunca!O Peter Pan deve estar cheio deles.

Agora, o que mais me irrita é que sempre se perde o guarda-chuva quando mais se precisa dele. Mas pensem pelo lado positivo, pelo menos nunca usamos guarda-chuvas velhos, do ano anterior (pelo menos eu perco todos os anos, sabe como é, tradição).