eu não quero mais te ver
não quero mais viver
cansei de te esperar
pra ver no que vai dar
se vou morrer de te amar
Eu não quero mais sofrer
não quero mais chorar
calar o que eu não fiz
pra não te magoar
(eu não, eu não)
Agora é minha vez
Sou eu quem digo o "sim"
Não quero o teu perdão
Voce não é pra mim
(né não, né não)
Já basta o que passou
e agora é o que restou
Dê cá meu coração
e leva esse meu "não"
até o fim.
segunda-feira, março 17, 2008
terça-feira, março 11, 2008
Duvidez
você, se pede prá esquecer
já tem no coração um nó amarrado
por quê brincar de escondersoltar da minha mão
assim tão sem cuidado?o amor é desumano
duvidando sem saber
crescendo na ausênciana urgência de querer
a voz
o tom de última vez
me trai, me divide
duvidez,
duvidez 10 vezes nunca mais
você, se pede prá me ver
parece compaixão
parece pena, perdão
por que, que flores não te dei
que mal eu não te fiz
prá merecer culpa?
adeus, um beijo prá você
a gente se vê, se der
(Lula Queiroga & cia)
já tem no coração um nó amarrado
por quê brincar de escondersoltar da minha mão
assim tão sem cuidado?o amor é desumano
duvidando sem saber
crescendo na ausênciana urgência de querer
a voz
o tom de última vez
me trai, me divide
duvidez,
duvidez 10 vezes nunca mais
você, se pede prá me ver
parece compaixão
parece pena, perdão
por que, que flores não te dei
que mal eu não te fiz
prá merecer culpa?
adeus, um beijo prá você
a gente se vê, se der
(Lula Queiroga & cia)
pois é...
Pois é..tenho vontades ainda de escrever por aqui. Mas em tempos bicudos, o melhor mesmo é ficar quietinha até os pensamentos tomarem seus lugares.
fica o dito e redito por não dito, é difícil dizer que foi bonito, é inútil cantar o que perdi.. e aí nosso mais-que-perfeito está desfeito e o que me parecia tão direito caiu desse jeito sem perdão... (Chico Buarque, lógico)
fica o dito e redito por não dito, é difícil dizer que foi bonito, é inútil cantar o que perdi.. e aí nosso mais-que-perfeito está desfeito e o que me parecia tão direito caiu desse jeito sem perdão... (Chico Buarque, lógico)
E então há um lugar para onde vão os sonhos que a gente desacredita, onde moram os anéis que perdemos, os brincos descasados, o pé de meia preferido, o batom engolido pela bolsa. Há um lugar, um sumidouro, para onde são tragados os sorrisos que não voltam, o cheiro do cabelo, um colarinho manchado, o perfume na manga do vestido, teu nome no bilhete, um gosto de vinho grudado na língua. Ficam lá, suspensos numa órbita improvável e inacessível, ao som de três ou quatro frases para sempre repetidas que a gente procura esquecer. E um dia esquece.
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