quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Me soa como música bem entoada quando dizes que sou perfeita. embora tenha consciencia de que não sou. me dói a dor de mil partos tu não ter sido o primeiro e o único. Eu devia ter chegado a ti mais pura. mais limpa mas não mais tua, pq n seria possível. E ainda que exista vestígios de outros passados, há em mim cousas que nunca mostrei a ninguém e que te entreguei resignadamente.
Meu desejo e minha fome de amor. minha vergonha, meus sonhos e fantasias. meu medo de tudo escondido. meu olhar mais sincero, mais amigo e o mais amante. minhas mãos entrelaçadas nas tuas. um colo sempre que queira. preocupação de mãe, carinho de amiga e calor de amante. Te dei tudo o que jamais dei a alguémjunto com a minha vida que sem ti é tão vazia...

agora não existe mais nenhuma marca em mim que não seja tua. Mesmo as cicatrizes desapareceram.
Sou tua eternamente.

domingo, fevereiro 18, 2007


condicional
(rodrigo amarante)

quis nunca te perder
tanto que demais
via em tudo céu
quis de tudo o cais
dei-te pra ancorar
doces deletério
sequis ter os pés no chão
tanto eu abri mão
que hoje eu entendi
sonho não se dá
é botão de flor
o sabor de fel é de cortar.

eu sei, é um doce te amar
o amargo é querer-t pra mim.
do que eu preciso é lembrar,
me verantes de te ter e de ser teu
muito bem...
quis nunca te ganhar
tanto que forjei asas nos teus pés
ondas pra levar
deixo desvendar
todos os mistérios.
sei, tanto te soltei
que você me quis em todo lugar
lia em cada olhar quanta intenção
eu vivia preso!

eu sei, é um doce te amar
o amargo é querer-t pra mim.
do que eu preciso é lembrar,
me ver antes de te ter e de ser teu
o que eu fazia, o que eu queria,
o que mais, que alguma coisa
a gente tem que amar, mas o quê?
não sei mais!
os dias que eu me vejo só
são dias que eu me encontro mais
e mesmo assim eu sei tão bem:
existe alguém pra me libertar!

terça-feira, fevereiro 13, 2007

Fim da quarentena.
Morri numa tarde chuvosa de segunda.

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

Eu te queria e te sonhava, mesmo antes de saber que teu rosto me esperava dali a tantos amanheceres. Mesmo antes de ver teus olhos de velhas esmeraldas, antes de conhecer teu gosto de me perder, antes de me entregar às tuas mãos, antes de adormecer em teus braços, antes de ter tua carne em minha boca. É como se todos os dias sempre tivessem tido o teu mistério oculto entre pétalas, como se cada segundo renovasse a promessa de me fazer tua, cedo ou tarde. E vieste e eu entendi que a vida re-seria a partir de ti e te entregaria o que o tempo a mim teria feito: deliqüescências de desejo, uma poesia súbita e premente que precisa do teu peito, segredos compartilhados antes de dormir e uma fúria incontida de explorar teu território.


por patrícia antoniete

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Ai meu Deus! adoro essas sátiras de logomarcas famosas...




Tem um monte... mas hj o micro tá lennntooooo.....