"Tu rastro en mí es un árbol de la cual alzaron vuelo centenas de pájaros, llena de rumores y nidos, plumas, patículas pendientes contra el cielo en el dorado del sol. Cuando te vas, queda conmigo un silencio repleto de luz, de furia y de fiesta, como si a las ramas pertenecieran las alas, como si a las raíces perteneciera el azul..."
Haverá uma hora qualquer em que tu, entre o seio e a mão, me doerás menos. Talvez haverá mesmo uma hora qualquer em que tu não haverás mais de me doer, em que eu poderei sorrir descalça sobre as lembranças que irão perdendo o gume no rolar no tempo, uma hora na qual a mim será permitido encontrar-te sem que meu corpo se reconfigure ao redor do teu e minha pele não seja toda um livro de memórias. Quem sabe nessa hora, já livre dos arpões, eu não tenha mais nos olhos o perfume oco dos meus vazios e entre o seio e a mão possa florescer uma asa fugida.
Agora ainda arde a tua ausência...
feridas que não sangram doem muitíssimo mais...
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