Sei em mim da tua possível reinvenção, deste um de ti entre meus braços e entre as minhas pernas, perdido e entregue, reinaugurado em dúvidas, mas jamais tão certo de si. Sei em mim do quanto do teu corpo é meu e do tanto de mim que está para sempre contigo, nas tuas mãos, dentro dos teus olhos. Sei em mim desta outra tão minha e tão tua, deste de ti tão meu e tão absolutamente teu, em que somos nós mesmos como nunca fomos, confundidos e repletos, dentro e fora dos limites um do outro.
Por patrícia Antoniete
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